segunda-feira, 17 de março de 2014

Perdoa-nos as nossas dívidas assim como perdoamos os nossos devedores!!!


Texto Básico:  (Mateus 6. 12)


Esta parte da oração ensinada por Jesus é muito comprometedora. Porque, aquele que se propõe a fazer esta oração, está primeiramente assumindo ser um pecador e dono de uma dívida tão grande que é impagável. Resta apenas pedir para que ela seja perdoada. A expressão usada no grego para "DIVIDA" é a expressão "Opheilema" que quer dizer ofensa, débito, o que é devido. O Mesmo termo é usado na Bíblia para dívida, nos negócios desta vida.

 Paulo, escrevendo aos Romanos diz: "Ora ao que trabalha, o salário não é considerado como favor, e sim como dívida.(Romanos 4. 4) O homem é inadimplente,  tem uma dívida espiritualmente  impagável, mas esta divida pode ser perdoada. No entanto ela é perdoada "assim como" ou seja; do jeito como nós temos perdoado aqueles que nos devem. Jesus colocou num condicional o seu perdão, perdoa-nos se nós também perdoarmos
 "Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também o vosso Pai celestial vos perdoará as vossas ofensas. (Mateus 6. 14-15).
 Quando somos ofendidos, esta ofensa se torna uma divida que as pessoas passam a ter conosco, após terem nos ofendido. Mas o mais difícil é que, para sermos perdoados por Deus, precisamos perdoar também. É uma condição, como lemos em (Efésios 4. 32) "Perdoando-vos uns aos outros, como também Deus em Cristo vos perdoou. Como foi que Cristo nos perdoou?  Nós sabemos o tamanho do preço que foi pago, a vida do Unigênito Filho de Deus em sacrifício naquela maldita cruz.


Por isso quem perdoa assume uma divida. O prejuízo para si, do sacrifício do perdão. Quando nós perdoamos, pagamos o preço, aceitamos a ofensa, a dor que nos causaram. E quando não conseguimos perdoar, ficamos amargos, críticos e separados da graça de Deus. (Hebreus 12. 15) diz: Separando-se da graça de Deus. E o texto diz ainda: que uma raiz de amargura brotando em nossos corações  nos perturba e, por meio dela muitos são contaminados. Toda igreja sofre com a amargura de um membro e, no fim muitos são amargurados, porque isso é contagiante. Quando estamos amargurados nada é bom pra nós.

Assistimos a uma  aula de Escola Dominical e saímos falando não foi boa, não entendi nada. O pregador hoje estava sem unção, o sermão foi frio, não me tocou. Começa a VER DEFEITO nos membros, na liturgia, nos cânticos, nada lhe satisfaz. A sua amargura faz se tornar impaciente, intolerante, ranzinza  e isso faz encrencar com o vizinho, com os amigos no trabalho, no prédio onde mora, porque viver  uma vida sem perdão é  viver sem paz. 

Que Deus nos conceda a graça do perdão, para que possamos também perdoar e ser também bençãos na família, no lar, e na igreja. E assim olhando para o tamanho do perdão com que Deus nos amou, possamos também amar e perdoar aqueles que por ventura nos ofenda. Mesmo porque se de fato amamos a Deus temos que também amar o nosso próximo, porque este é o mandamento que o Senhor Jesus ordenou: Amai uns aos outros assim como eu vos amei.(João 15. 12).

Que Deus grandemente te abençoe meu irmão e minha  irmã!

Enéas Cândido de Lara

3 comentários:

Vanderleia disse...

Ter o hábito de perdoar com a ajuda do Senhor.
Mas precisamos perdoar!

Eneas Lara disse...

PERDOAR! é um ato de aclarada consciência do que Deus fez com a nossa vida. Porque nós não éramos merecedores. Quando fomos invadidos pela graça do perdão e, nosso coração passou a ser morada de Deus, o impossível humano deixou de existir. Então, perdoar passou a ser a naturalidade de nossas ações.

guiomar disse...

perdoar não significa só falar, é falar e sentir que esse ato saiu de dentro do coração e que Deus esteja vendo se você perdoou ou não.

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