( Quando estava terminando o curso
primário, eu já era um pré-adolescente, e como qualquer outro naquele tempo,
arrumar uma namoradinha era questão de honra. Mas, como consegui-la ? se era
desprovido de beleza física, magrinho, um tanto desajeitado e ai, ficava
difícil né?. Eu acho que comecei a acreditar em milagres desde aquele tempo. Porque, certo dia fui surpreendido ao receber um bilhetinho e, quando abri lá estava o
nome da menina mais linda da escola, que
nem em sonhos ousava pensar nela. Mas surpresa maior ainda, era o que estava
escrito lá. “EU GOSTO MUITO DE VOCÊ!” Há! cartinha lida e relida por mim
muitas vezes por dia e, cada vez que lia uma nova emoção invadia meu
adolescente coração).
Meus amigos e irmãos!. Estou agora sentado em frente ao computador
para compartilhar com vocês, uma data de
relevância maior. E, eu nem os conheço na intimidade, mas sei de uma
particularidade de cada um de vocês. É que cada um de vocês que teve um real encontro
com Cristo Jesus um dia, também receberam uma grande carta de Amor. Não de um
amor temporal, humano finito, mas de amor transcendental, divino e eterno. Alguém
que ti ama de verdade e prometeu nesta carta que nunca vai-te deixar. O seu
amor é eterno e, que por ti amar tanto construiu para você uma mansão, e um
reino, onde vai te levar junto Dele para viver por toda a eternidade.
Essa carta tem um conhecido nome: BIBLIA SAGRADA. Se você de verdade ama
o seu autor, já percebeu como é difícil passar um dia sem lê-la. Por isso, de
forma poetizada uso desta composição para homenagear o grande presente do amor de Deus
que é:
A BÍBLIA
SAGRADA.
Que livro é este, que igual não se viu?
Pois tantos tem sido os seus inimigos,
Ferozes alguns, truculentos, raivosos
Nos dias que correm, nos tempos antigos
Mas nunca puderam, por mais que tentassem,
Lograr destruí-lo e sua voz silenciar.
Embora queimado, escondido, proscrito,
Em alto e bom som ei-lo ainda falar.
Que livro é este, que igual jamais houve?
Veraz, inerrante, sem falta qualquer!
Expõe-se, sem medo, ao exame exigente
Do arguto erudito que o exame fizer,
Embora compêndio de ciência não seja,
Diz coisas de um muito e profundo saber
Que faz com que sábios de escol o respeitem
E mesmo o compulsem com vero prazer.
Que livro é este, que igual não existiu?
Mavioso coral de uníssono raro,
Pois sendo, assim, muito os seus redatores
A sua unidade não se fez reparo;
Apontam, concorde, no mesmo sentido,
Não há divergência, nem disparidade
O Deus é um só, e um só salvador,
E uma só fé e só uma verdade.
Que livro é este que igual não se leu?
Que molda, burila o mais vil coração;
Que vidas opacas, frustradas, vazias
Opera o milagre da transformação!
Os seres carentes, incréus, infelizes
Que entram num novo e mavioso viver
Comprovam de forma inconteste, segura,
Que a Bíblia possui indizível poder.
Mais qual o motivo qual a razão,
Porque este livro é assim diferente,
É lido e amado com todas as veras
Por sábios, indoutos, e por tanta gente?
É que este livro, a Bíblia Sagrada,
De rara beleza no ensino seus
Embora escrita por homens falíveis,
É rico produto da MENTE DE DEUS.
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