O DIFICÍLIMO AMOR VIVIDO NO
PADRÃO DO SENHOR JESUS!!!
Postado por Eneas Candido de Lara
O DIFICÍLIMO AMOR VIVIDO NO PADRÃO DO SENHOR!!!
Texto Básico: (Mateus 5. 46) Disse Jesus: “Porque se amardes os que vos amam, que recompensa tendes?
Não fazem os publicanos também o mesmo?
Como é
algo prazeroso o amar aqueles que nos amam. Mas, como se torna difícil amar
aqueles que nos ignora, maltrata, ofende e busca sempre uma forma de nos
prejudicar. Isso as vezes não acontece só fora do lar, mas até no convívio
familiar com os cônjuges os quais muitos tem que conviverem. Já vi casos de
desavenças tão grandes que acabaram inevitavelmente nas barras dos tribunais em
divorcio. É preciso buscar em Deus o poder de superação. O profeta Oséias
recebeu de Deus uma ordem difícil de cumprir. Disse Deus: “Volta a viver com sua esposa e amea”. Mas como faria isso se ela tornara uma prostituta
(Oséias 3. 1) Como amar uma mulher adúltera e
reconstruir o casamento?
Diante do difícil pedido de Deus o profeta contudo, não
hesitou em obedecer, mesmo porque sabia do exemplo, e da razão porque deveria
fazêlo. Era que Deus estava profundamente triste com o seu povo, (o povo de
Israel) o qual estava igualmente se prostituindo e traindo o seu Deus, com
deuses falsos. O amor de Deus é imensurável e incondicional, mesmo que os
homens sejam imperfeitos, inconstantes na fidelidade do seu amor, Ele
continuará fiel. Quando Deus criou o homem já sabia que sua criatura faria escolhas
erradas, e por isso não mereceria o seu amor, contudo prosseguiu no seu projeto
ainda que, estranhamente soubesse do preço tão alto que teria que pagar um dia.
“Conhecido, com efeito, antes da fundação do mundo,
porém manifestado no fim dos tempos, por amor de vós”(I Pedro 1. 20)
O seu amor é imensurável que se dispôs a entregar o seu
unigênito Filho no suplicio de uma horrenda, e maldita Cruz do calvário. Embora
nós não fossemos merecedores.
Ao olharmos para o amor de Deus, podemos ver o quanto somos
imperfeitos, limitados, e acentuadamente egoístas. Sabemos que temos muitas
lutas a vencer, e a mais combativa e ferrenha que temos é contra nós mesmos. (Pois somos o nosso maior inimigo), ou seja; a nossa
maculada carne humana. Contudo, ainda que seja difícil, temos um meta a ser
alcançada, e um mandamento a ser cumprido (João 15. 12), Disse Jesus: “O meu mandamento é este: que vos ameis uns aos outros, ASSIM
como eu vos amei”. Veja: que Jesus estabeleceu
aqui como parâmetro; A grandeza do seu irrestrito amor.
O profeta Oséias teve que comprar a sua exesposa para
têla de volta (Oséias 3. 2). O amor sempre tem um preço a ser pago, assim como
o Senhor Jesus teve que pagar o maior de todos os preços, dando a sua própria
vida por nos amar, e assim da mesma forma nos pede que renunciemos a nós mesmos
para que alcancemos a suprema vitória, a salvação de nossas almas.
O
desafio da palavra de Deus é para que nós sejamos diferentes, rompamos com as
reações naturais e instintivas do nosso ego, e que possamos dominálo, para que
passamos amar aquele que não merece o nosso amor, (por ser até nosso inimigo)
mesmo que para isso seja preciso nos humilharmos, assim como Jesus fez ao
descer a este vale de lágrimas, e humanizando viveu entre nós.
Que possamos experimentar ainda que seja uma fagulha do
amor divino com que Deus nos amou, amando e orando por aqueles que se declaram
nossos inimigos,ainda que isso nos seja difícil e até traga prejuízo pessoal,
porque só assim, estaremos vivendo o verdadeiro evangelho que o Senhor Jesus
Cristo pregou, e que nós orgulhosamente ousamos chamálO de nosso Senhor e
Mestre.
O apostolo Paulo exortandonos disse: “Sede, pois imitadores de Deus, como filhos amados”,
(Efésios 5. 1) E por isso foi que o imperativo padrão de Deus se fez registrar:
“SEDE SANTOS, PORQUE EU SOU
SANTO” (I Pedro 1. 16)
Se
somos na verdade filhos de Deus, temos que ser naturalmente parecidos com o
nosso Pai, ainda que; trôpegos e vacilantes, contudo, olhando firmemente para o
autor e consumador da nossa salvação, Cristo Jesus o SENHOR.
Pense nisso, e que Deus te abençoe em nome de Jesus!!!!!!!.
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