“Goteje a minha doutrina como a chuva, destile a minha
palavra como o orvalho,....porque proclamarei o nome do Senhor”(Deuteronômio
32. 2-3).
Um dia na vida do grande
Moisés servo de Deus, foi inesquecível. Foi um dia especial, um fato de
grande emoção. Porque foi o dia que ele acabava de escrever o pentateuco. Diz o
texto que deu ordem aos levitas no sentido de colocarem o Livro da lei, que
escrevera sob o influxo do Espirito Santo, ao lado da arca da aliança do
Senhor, como testemunha contra o povo rebelde. (Deuteronômio 31. 24-27) A sua
emoção era tão grande, e quando o nosso coração agita, não raro, a mente
faz poesia: o coração dita
palavras que a mão escreve de modo espontâneo. Criação natural. Dai a
observação do introito do capitulo:” Então Moisés pronunciou integralmente as
palavras deste cântico aos ouvidos de toda a congregação de Israel....”Ele
almeja que a sua doutrina e a sua
palavra, sejam como gotas de benditas chuvas sobre a erva sedenta.
Mas em que
consiste a sua doutrina? Ela se consubstancia no Nome do Senhor, mui digno de
ser engrandecido. Deus é o seu herói.
Herói do seu povo. Ele é a sua Rocha. Fidelidade. Justiça. Retidão. Ele
é o nosso Pai que nos adquiriu, que nos fez e nos estabeleceu.
Moisés então canta. Canta porque não pode deixar de cantar; o
louvor é algo espontâneo. Vem do fundo, do recôndito da sua alma e do seu
coração.
Que nós hoje possamos participar desta adoração, com a mesma
emoção, alegria, a mesma gratidão, a
mesma reverência que inundara o coração
do grande homem de Deus chamado Moisés. Que também saibamos destilar as benditas
promessas da graça maravilhosa do Seu amor eterno manifestado em Cristo Jesus o
nosso tão amado Salvador.
Lembramos aqui do (Salmo 117). Louvai ao SENHOR, vós
todos os gentios, louvai-o, todos os povos. Porque mui grande é a sua
misericórdia para convosco, e a fidelidade do SENHOR subsiste para sempre.
Aleluia!
Que Deus te abençoe, em nome de Jesus!
Enéas Cândido de Lara




