Se saíssemos pelas ruas
perguntando as pessoas o que elas entendem pela definição do termo pecado;
certamente teríamos respostas as mais variadas e até algumas, estranhas.
Analisando por um denominador comum,
muitos entrevistados diriam se tratar de crimes contra indivíduos nos seus
direitos civis, políticos, sociais, trabalhistas etc. Por outro lado, já ouvi pessoas se
vangloriarem de sua ilibada conduta que as governa, as quais se julga possuidor
de um irretocável proceder, portanto, sentindo-se justo e impecável. Mas, esse
termo embora nós dele apropriemos para julgarmos comportamentos sociais
reprováveis, ele tem uma só designação verdadeira: “Que é espiritual, ou seja; a transgressão das leis de Deus”( I João
3. 4)”Todo o que pratica o pecado também transgride
a lei, porque o pecado é a transgressão
da lei”. Portanto, é muito mais sério a implicação deste ato, porque ele
tem imutáveis conseqüências eternas. Conversando certa vez com uma pessoa sobre
pecado, ele me disse: não tenho pecado nenhum. Nunca matei, nunca roubei, nunca
prejudiquei a vida de ninguém, ajudo aos necessitados, sempre faço minhas
orações, e portanto, me julgo um homem correto em meu viver. Seria este
posicionamento verdadeiro? Veja o que diz a palavra de Deus:”Se dissermos que não temos pecado
nenhum, a nós mesmos nos enganamos, e a verdade não está em nós”(João
1. 8).
Quando a Bíblia fala sobre pecado,
sempre se trata de uma grave ofensa contra Deus. É bem verdade que nós temos praticado até, involuntariamente muitos de tais atos, uns contra os outros,
mas em ultima instância são primeiramente cometidos contra Deus. Como seres
humanos, somos responsáveis diante de Deus. E, Ele espera que nós vivamos em
obediência a Sua vontade, segundo as Suas leis. E sendo assim, se nossas
atitudes não corresponderem a Sua vontade divina, estamos pecando. Portanto,
qualquer que seja a desobediência contra a lei de Deus é pecado. Dessa forma,
pecado é iniqüidade. E, A palavra de Deus nos diz; que iniqüidade é justamente não
fazer a vontade de Deus. Essa é a conseqüência primária de todos os pecados.
Daí, a séria afirmação Bíblica segundo (Romanos 3. 23) “Porque, todos pecaram e
destituídos estão da glória de Deus”.
Mas, o amor divino, imensurável de Deus para
com a Sua criatura, o fez tomar uma até, estranha e incompreensível atitude,
doando o que tinha de mais precioso, de mais caro; a vida do Seu unigênito
Filho Jesus, para vir a este mundo e morrer numa maldita cruz, para que o Seu
derramado sangue nos purificasse de todas as nossas injustiças e pecados. (I João 1. 7) {...} o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo o pecado”.
Entretanto, é preciso aceitarmos pela fé a Sua oferta de amor, se envolvendo,
compromissando com Ele numa vida vivida segundo aos ditames de suas leis. Veja
a séria advertência que fez Jesus:”Por isso, quem crê no Filho tem a vida
eterna; o que, todavia, se mantém rebelde contra o Filho não verá a vida, mas
sobre ele permanece a ira de Deus. A missão exclusiva de Jesus foi, vir ao
mundo para salvar o perdido pecador, e Ele disse: “Porque Deus amou o mundo de tal
maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça,
mas tenha a vida eterna” (João 3. 16) Eis ai, o grande amor de Deus manifestado para
com a tua vida, meu querido leitor desta mensagem.
Pense nisso! e que Deus te abençoe, em nome de Jesus!
Enéas Cândido de Lara
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