Deus na beleza de Sua perfeição ao criar o jardim do Éden, Ele o criou lindíssimo. Fico a pensar na diversidade frutíferas ali, plantadas (Gênesis 2. 8). Entretanto, Ele plantou uma arvore no meio do jardim, a qual seria para lembrança de Adão e Eva que, acima deles, existia um Deus que precisava ser respeitado, adorado e amado. Assim, a plantada árvore, que segundo as palavras da própria Eva, era maravilhosa e sobressaia das demais, disse ela: É uma arvore boa para se comer, agradável aos olhos e árvore desejável {....} Gênesis 3. 6).
Há penso eu, que Eva sempre ao passar por ali,
ficava olhando para a beleza dos seus frutos e, desejando deles comer, mas, era
fruto proibido. Sem dúvida que por
ser proibido e, de aparência apreciável, o diabo usou da força dos seus
atrativos para despertar em Eva uma maldita fascinação de um incontrolável desejo
de comer. O grande erro de Eva foi ouvir o diabo falar. Nunca dê ouvidos a voz
do diabo, porque ele é ardiloso, estrategista e sobretudo mentiroso. Contou pra
Eva a metade da verdade, mas, distorceu o resto omitindo a gravidade das
conseqüências (Gênesis 3. 5). O diabo estava a espreita e, via o poder sedutor
que aqueles frutos exercia em Eva, e, assim, ao convencê-la, estaria fazendo
que a criatura mais amada de Deus viesse pecar. Sabe de uma coisa; o pecado é
uma tremenda ofensa contra a santidade de Deus, porque; é desobediência,
insubordinação, violação da Sua lei, e nós sabemos das conseqüências
desastrosas que o pecado cometido no Éden, trouxe para toda a terra. A despeito
de tanto tempo passado, o pecado continua ainda hoje, apresentando-se atraente,
convidativo, sedutor, ele é doce, tem sabor de mel ao paladar da carne. Se
torna irresistível, envolvente, inebriante e, o homem só encontrará forças para
resisti-lo, quando estiver conectado diuturnamente com Deus. Fuja do pecado e
de toda a aparência do mal. “O diabo
vosso adversário, anda em derredor, como um leão que ruge procurando alguém
para devorar (I Pedro 5. 8)
Pense nisso! Que Deus te
abençoe em nome de Jesus!
Enéas Cândido de Lara

Nenhum comentário:
Postar um comentário