(1Corintios 2. 13-14): “Disto
também falamos não em palavras ensinadas pela sabedoria humana, mas ensinadas pelo
Espírito, conferindo cousas espirituais com espirituais. Ora, o homem natural
não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque lhe são LOUCURA; e não pode
entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente”.
Quando o homem do mundo
olha para um crente, para a sua vida, sua maneira de agir, sua honestidade, seu
comportamento, as suas (restrições) principalmente, a licenciosidade pecaminosa
que o mundo tão naturalmente pratica, quando em confronto com as nossas
oposições, eles não podem entender o porque das nossas renuncias a tudo isso,
que prazerosamente eles desfrutam. E por eles não entenderem, acham que nós
somos loucos, fanáticos, por nós perdermos as alegrias e o gozo do mundo
presente. Eu trabalhei com um homem, que era um desse tipo chamado (Mulherengo)
Carnavalesco, gostava muito de bailes, boates, mulheres e um dia nós estávamos
conversando e ele me disse; (eu não consigo te entender, você sabe que é meu
amigo. Ai, disse ele: Rapaz!.. tem tanta
coisa boa neste mundo, e você por causa da tua religião, você perde tudo isso!).
E olhando bem pra mim, disse: Sabe de uma coisa; você vai morrer, sem ter gozado
a vida?. Isso me fez lembrar a teoria do poeta que naturalmente pensava do
mesmo jeito, e que por isso, escreveu aquele samba que diz: “Quem não gosta de samba, bom sujeito não é
ou é ruim da cabeça, ou doente do pé”.
Sabe de uma coisa meu
irmão? O pecado é doce, saboroso, inebriante, o pecado seduz, atrai, envolve e
depois que o homem experimenta, ele é transformado num vicio nojento, como uma
droga infernal que escraviza, domina e o homem não consegue mais viver sem ele.
O homem natural que vive a sua vida circunscrita somente a este mundo, que não
conhece a Deus, ele só pode ver a gloria deste mundo que é o seu senhor, e
assim o desejo premente do seu coração, é satisfazer seus instintos carnais, é
o embriagar-se dessa gloria, é querer satisfazer suas vontades, sem que isso
lhe possa trazer nenhum desconforto ou incomodo. O apostolo Paulo escrevendo há
(1 Coríntios 2- 14) disse; “Ora, o homem
natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque lhe são Loucura; e não
podem entendê-las”.. E ainda (1Corintios
1. 21) disse: “Visto como, na sabedoria de Deus, o mundo não o conheceu por
sua própria sabedoria, aprouve a Deus salvar os que crêem pela loucura da
pregação. e disse mais; “A palavra da
cruz é loucura para os que se perdem, mas para nós que somos salvos é poder de
Deus”.
(Hebreus 11. 1) diz: “Ora a fé é o firme fundamento de coisas que se esperam, e a convicção de fatos que se não vê.” È com os olhos da fé que nós podemos contemplar o invisível, sentir o gozo que é tão real, e que só os resgatados pela misericórdia de Deus o Pai e do Senhor Jesus, podem já neste mundo usufruir desta gloria, porque este poder, este galardão é exclusivamente reservados para os eleitos de Deus, conferidos a eles antes da fundação do mundo. (Efésios 1. 4). Por isso com grande tranqüilidade, e com indizível alegria nós podemos fazer a troca da glória e dos prazeres deste mundo, pela gloria futura, certos do grande GALARDÃO que haveremos de receber quando daqui partimos para a eternidade. O apostolo Paulo nos consola com as palavras de (2 Coríntios 4. 17) dizendo; “Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de gloria, acima de toda comparação não atentando para as coisas que se vêem, porque as que se vêem são temporais, mas nas que se não vêem são eternas”. (Romanos 8. 18) diz o apostolo Paulo: “Porque para mim TENHO POR CERTO que os sofrimentos do tempo presente, não podem ser comparados com a gloria a ser revelada em nós”. Até por uma questão matemática, racional de mínima inteligência possível, essa troca é extremamente vantajosa, incomparavelmente melhor, porque é trocar a instabilidade de uma alegria sobressaltada, passageira, limitada, por uma eterna que nunca mais terá fim com Cristo Jesus o nosso Senhor na glória eterna dos Céus.
Pense nisso e, que Deus te abençoe em nome de Jesus!
Enéas Cândido de Lara

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