Deus ao criar o mundo com toda a sua beleza e resplendor, o fez com a manifestação de grandessíssimo amor. Os nossos olhos hoje, podem contemplar as maravilhas de suas mãos. Entretanto, um dia; uma grande tragédia de consequências eternas aconteceu. (Gênesis 3) A queda do homem pelo PECADO. Então, essa desobediência maculou toda humanidade e trouxe a existência de três grandes fontes produtoras do mal, e que infelizmente todos os dias tem aumentado grandemente a população do inferno. Essas três fontes são forças que estão constantemente em franca atividade, desgraçando ininterruptamente toda a humanidade, mantendo-as sob a condenação eterna e agravando progressivamente as penalidades da sua condenação. Podemos ver na Bíblia, as reiteradas condenações dessas fontes. E vamos aqui citá-las:
O Satanás,
(1 Pedro 5. 8 / 11). O mundo
(1 João 2. 15 / 17). A carne, (Romanos 7. 7 / 25)
Esses são os três fatores produtores de pecado. São três fontes
do mal. Apenas o crente, que é nascido de novo, resgatado das entranhas da
morte mantém-se em conflito ininterrupto contra essas três fontes. As duas primeiras, tentam constantemente tomar
posse do coração do salvo. A terceira,
a carne, já faz naturalmente parte da vida do salvo, como vestimenta
temporária, a qual tem que ser mantida subjugada em posição subalterna, pelo
domínio próprio, pela Palavra de Deus, pelo Espírito Santo e pelo próprio
crente nascido de novo e regenerado. Não é difícil, pois, compreender as
palavras do nosso querido Salvador Jesus: “No mundo passais por aflições; mas tende bom
ânimo, eu venci o mundo.” (João 16. 33). Assim, o crente salvo, vivendo
pautado pela Palavra de Deus, fortalecido pelo Espírito Santo e sustentado pela
fé, enfrenta uma sucessão de combates, cercado por esse contexto: Os demônios,
o mundo e as inclinações da sua carne, durante a sua trajetória nesta vida enquanto
aqui viver, em demanda da gloria Celestial.
Somos constantemente combatidos, fustigados, esfolados, torturados,
desanimados, sem, contudo sermos vencidos. O apóstolo Paulo trás uma mensagem
consoladora para o nosso coração, segundo o relato de; (Romanos 8. 31 a 39).
Sedes firmes na fé, porque em breve chegaremos à última batalha, e esta será gloriosamente
vitoriosa. Entretanto, Para os que não são de Cristo é o momento da maior
tragédia, de uma eterna separação de um sofrimento de uma tão grande dor
eternamente na perdição eterna. Mas, para aqueles que estão em Cristo Jesus é o
momento da maior gloria. É o momento de partirmos deste campo de terríveis batalhas
e entrar na fruição de um gozo glorioso que não pode ser comparado com nada
deste mundo. (I Cor.2. 9)” Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais
penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam”. O
período da nossa jornada terrena é transitório, passageiro e temos a garantia das
promessas de um Deus que é infalível . Na esperança da vida eterna que o Deus
que não pode mentir prometeu antes dos tempos eternos (Tito 1.2).Então, haverá
o momento em que nós num piscar de olhos
estaremos diante dos portais eternos da glória Celestial. Já pensaram
nessa hora que todos nós vamos viver? Que experiência fantástica, que emoção
tremenda? Quando avistarmos o Senhor Jesus de mãos estendidas para nos receber.
E, então ouvirmos amavelmente chegar aos nossos ouvidos aquela doce voz
incomparável, repassada de terno amor, falando diretamente a cada um de nós. “Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no
pouco, sobre o muito te colocarei: entra no gozo do teu Senhor” .(Mateus 25.
23). Depois, seguirá
a gloriosa e sonora recepção da eterna linguagem celestial dos anjos proclamando
Aleluia.... ! Aleluia.... ! Aleluia!.... Ó que grande gloria será esse dia! pela
misericórdia do Senhor, e tão somente por ela, eu você meu irmão vamos estar lá!
Que Deus, assim te abençoes, em nome de Jesus.
Enéas
Cândido Lara
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