Há muitos anos atrás fui visitar um tio chamado Orlando de saudosa (in memoriam). Ele morava no campo, distante da cidade. Sua casa ficava a beira de um banhado ao lado de uma mata, e a noite quanto me deitei senti aquele gostoso silêncio natural do campo, quando então, foi quebrado por aquela bucólica e apreciável beleza natural da criação de Deus. A diferente, porém belíssima sinfonia de um coral de (Rãs, Sapos e Pererecas) que juntamente formavam uma agradável melodia aos meus ouvidos. Então, me lembrei do ( Salmo 148. 10) que diz; “Feras, répteis, voláteis louvem ao Senhor”. Naquela hora, eu me dei conta que o dia inteiro tinha passado, na distração daquele passeio, sem que tivesse cantado um hino de gloria ao Senhor, e que aquelas criaturas o faziam em meu lugar.
Nunca esqueça do apelo da doxologia do (Salmo 150. 6) Todo ser que respira
louve ao SENHOR. Aleluia! Porque a palavra do Senhor nos diz que isso é
obrigação, divida, tributo que nós lhe devemos, e que precisamos pagar porque Deus
faz questão de receber!
Pensa nisso!
Que a Ele seja toda a gloria, para todo o sempre Amém!
Enéas Cândido de Lara
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